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Este blog tem como objetivo levar aos interessados, informações gerais sobre negócios e empresas. Estamos vivendo uma verdadeira revolução tecnológica, mudanças na forma de agir e pensar, inovações em todos os seguimentos e tudo isso baseado em conhecimentos. Nossa participação com matérias direcionadas neste campo, também objetiva a contribuição para o seu desenvolvimento pessoal e profissional. Sua opinião é também importante para a melhoria da qualidade. Convidamos você para fazer parte desta corrente socializando seus conhecimentos com nossos seguidores.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

PRESIDENTE OU PRESIDENTA?

O que você acha?
Para muitos brasileiros, ouvir nossos representantes utilizarem a palavra “presidenta” é indiferente, mas, para uma parcela da população é desrespeitar as regras do nosso português.
Até onde isto é importante? Cabe a cada um aceitar ou não e é claro que muitos não aceitam por uma razão muito simples. Quem aprendeu usar as regras do nosso português, jamais aceitará os erros clássicos.
Gostaria de destacar uma matéria que tem circulado na internet e acredito ser de muita relevância para todos os que valorizam e acreditam na educação como saída para minimizar os problemas políticos e sociais do nosso país.

Matéria escrita por Miriam Rita Moro Mine – Universidade Federal do Paraná
“Uma belíssima aula de português!
Foi elaborado para acabar de vez com toda e qualquer dúvida se tem presidente ou presidenta.
            - A presidenta foi estudanta?
            - Existe a palavra: PRESIDENTA?
Que tal colocarmos um "BASTA" no assunto?
No português existem os particípios ativos como derivativos verbais.
Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante; de pedir é pedinte; o de cantar é cantante; o de existir é existente; o de mendicar é mendicante; etc...
Qual é o particípio ativo do verbo ser?
O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há de se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha.
Diz-se: capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta".

Um bom exemplo do erro grosseiro seria:
"A candidata à presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta".
Por favor, pelo amor à língua portuguesa, repasse essa informação.
DE HOJE EM DIANTE SÓ PUXA SACO IGNORANTE DIRÁ: PRESIDENTA”

Sem mais, aceitar ou não, a escolha é sua.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

FERRAMENTA - "GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS"



MATÉRIA DIVULGADA NOS EUA DIRECIONADA AOS EMPRESÁRIOS

Esta matéria foi divulgada no NYT para empreendedores nos Estados Unidos da América, alertando-os sobre a importância de fazer uma administração eficiente de custos nas empresas.
Apresentaremos de forma resumida uma ferramenta de “Gestão Estratégica de Custos”, cujo objetivo é definir e trabalhar algumas questões fundamentais, como: qual o “posicionamento estratégico” seu negócio compete?; a análise da “cadeia de custos” é constantemente monitorada?; a empresa conhece todos os “direcionadores” que geram os custos?
Para melhor entendimento, vamos detalhar um pouco mais estas três questões:

1)     Posicionamento Estratégico: é a posição clara de seu produto no mercado, competindo pelo menor preço, mantendo menor custo ou produto diferenciado com preço superior.

  • Quando se posiciona pelo “menor preço” algumas considerações são relevantes, vejamos: Ter sempre o menor custo de fabricação para manter sempre menor preço; definir preço que permita maior vantagem competitiva; ter um processo de melhoria contínua.

  • Quando se posiciona pelo “produto diferenciado”: os produtos devem ter sempre qualidade superior; os clientes devem estar conscientizados pelo produto diferenciado; rapidez na reação de novos produtos; controle de custos rigorosos desde o desenvolvimento do projeto até a logística final e pós-vendas.

2)     Cadeia de Custos: É fundamental manter controle em toda a cadeia de custo que envolve seu negócio, podendo assim, flexibilizar preços tornando-se mais competitivo. Alguns autores definem como cadeia de valor eficiente quando a análise do custo é feita desde a extração da matéria prima até a entrega do produto para o cliente, porém, torna difícil para as organizações tal procedimento. Evidentemente a cadeia interna de valor deve ser trabalhada desde a criação, desenvolvimento, projeto, produção, distribuição, marketing e pós-vendas.

3)     Direcionadores de Custos: Os sistemas tradicionais de custos pressupõem que os custos são gerados pelo volume e que quanto mais você produz, maiores são seus custos. Para algumas empresas este pressuposto não tem mais validade buscando a distribuição de custos em todas as áreas diretas e indiretas, identificando custos estruturais e custos de execução, obtendo, portanto, uma visão diferenciada em seus direcionadores. Vejamos algumas classificações dos direcionadores:

A - Direcionadores de Custos Estruturais 

  •  Escala: É todo recurso investido em pesquisa, desenvolvimento, projeto, fabricação, distribuição, marketing e pós-vendas. 
  •  Escopo: Nível de produção interna e terceirizada. 
  •  Experiência: Know-how, Conhecimento e Inovação. 
  • Tecnologia: Processo usado em cada passo na cadeia de valor. 
  •  Complexidade: Variedade de produto ou serviço oferecido.

B - Direcionadores de Custos de Execução

  • Força de Trabalho: Envolvimento do pessoal no processo de melhoria contínua.
  • Qualidade: Gerenciamento pela qualidade total.
  • Escala de Investimento: Utilização da capacidade interna.
  • Layout: Eficiência da fábrica.
  • Configuração do produto: Eficiência do projeto.

Alguns autores e especialistas defendem que o controle de custo requer a minimização dos “direcionadores estruturais” e a “maximização dos direcionadores de execução”.
Em várias situações a relação entre custos e direcionadores de custos pode não ser aparente, e na maioria das vezes os direcionadores de custos, são resultados de decisões de longo prazo.
No passado as empresas concentravam-se no controle do custo de produção, pois ela, representava a maior parte do seu custo total. Hoje, com o ciclo de vida mais curto do produto, diversificação de produtos e clientes mais exigentes, aumentaram os custos de atividades antes e após o processo de produção.
Lembramos que a “Gestão Estratégica de Custos” é apenas uma das ferramentas utilizadas para administração de custos.
CG

GESTÃO DE CUSTOS



O bicho papão das empresas
Quando definimos pela aquisição de um bem ou serviço, colocamo-nos diante de uma infinidade de opções no mercado, com produtos inovadores, qualidades diversas e preços diferenciados, disponibilizados para atender as diversas classes sociais.
Estas variedades e opções evidenciam a grande concorrência em todos os seguimentos de mercado deixando claro uma situação muito crítica e delicada para as organizações que disputam espaços de forma ética e responsável, visando sobrevivência e lucratividade.
Inúmeras pesquisas e estatísticas divulgadas nas mídias mostram situações das concorrências entre todos os setores econômicos e industriais e deixam de forma nítida, uma fotografia nada tranquila para os gestores que precisam trabalhar continuadamente com as ferramentas de custos de sua empresa.
De certa forma, estas pesquisas mostram que esta concorrência tem gerado para as empresas um faturamento cada vez menor com crescimento de custos, resultando automaticamente na redução de sua margem de lucro.
Evidentemente que a necessidade de sobrevivência e até mesmo manter sua participação no mercado, requer uma gestão em todos os seguimentos da empresa com atenção especial em seus custos e despesas.
Para a maioria dos gestores, este assunto além de complexo é um tema desgastante para o dia a dia, gerando desconfortos pelas cobranças junto às equipes de trabalho e viabilidade no resultado das metas estabelecidas.
Para empreendedores e gestores que enfrentam estes desafios constantes, buscar inovação na forma de gestão de custos é fazer uso de ferramentas hoje discutidas e utilizadas mundialmente, facilitando a rotina com padronizações e técnicas eficazes.
Gostaríamos de citar alguns pontos importantes para gestão de custos de seu negócio e lembrá-los que temos 04 pontos “estratégicos” fundamentais, que são: vencer a concorrência; cativar o cliente; atingir a mais alta qualidade; atingir o mais baixo custo.
Trabalhando de forma estratégica estes pontos, o objetivo principal de seu negócio que é gerar lucro, será atingido.
Lembramos que “Peter Drucker” em sua obra “Desafios Gerenciais para o Século XXI” cita:
“O gerenciamento da “Cadeia Econômica de Custos” irá se tornar uma necessidade. Os executivos e gestores precisam organizar e gerenciar não só a cadeia de custos, mas também a “Estratégia Corporativa”.
CG

quinta-feira, 27 de junho de 2013

CONHECIMENTO & GESTÃO DE PESSOAS


Se observarmos através da linha do tempo desde os povos primitivos (ágrafos) na antiguidade até os nossos dias, o conhecimento tornou-se alicerce da evolução do homem como também da filosofia e da ciência.
Cada período de evolução foi determinante onde a lógica e a razão deu início fundamentalmente ao conhecimento filosófico com grandes nomes tais como: Sócrates, Platão e Aristóteles.
A história registrou outros grandes estudiosos da idade média, moderna e contemporânea, deixando evidente a importância do “conhecimento” em todos os tempos. 
Se o conhecimento tornou-se fundamental na evolução humana, podemos compreender que para as empresas, este tema não poderia ser tratado de maneira diferente, considerando que os negócios são geridos pelos homens.
As empresas que valorizam este assunto e investem em seus colaboradores, tem se destacado de forma estratégica, nas últimas décadas de grandes desafios, sejam no âmbito regional, nacional ou internacional.
As transformações de ordem Tecnológicas, Políticas, Econômicas e Sociais e a necessidade de se manter competitiva no mercado, levaram as mudanças no sistema de gestão autocrática oriunda do Taylorismo, para um modelo de gestão e estrutura organizacional mais participativa, flexível e descentralizada, buscando desenvolver e manter seus talentos.
As empresas impulsionadas por novos modelos de gestão e de processos, buscam reduzir custos, minimizar etapas de trabalho e agregar valores que são percebidos pelos clientes.
Outros aspectos importantes, tem contribuído para as mudanças, como por exemplo, a tecnologia da informação, a nanotecnologia e a revolução da informática, mostrando a necessidade de repensar a gestão de pessoas e suas competências.
Podemos de forma simples, lembrar que o sistema de gestão de pessoas evoluiu passando de um modelo hierárquico rígido e lento para um modelo flexível, inovador e empreendedor, sendo eles primeiramente Departamento de Pessoal, posteriormente Administração de Recursos Humanos e atualmente Gestão de Pessoas. 
Hoje, o gerenciamento esta focado para as pessoas, considerando seus talentos, dotados de capacidade, habilidade e comprometidos com o sucesso da organização.
Fatores importantes são observados dentro das organizações, principalmente aspectos comportamentais dos indivíduos, como exemplo, seus relacionamentos, como vendem os produtos, como dirigem os veículos da companhia, como tomam decisões, entre outros.
Este fatores, estão também diretamente ligados com as diretrizes da organização, das “Políticas” estabelecidas de forma transparente, da compreensão da Visão do Clima, dos Valores e da Cultura Organizacional.
Podemos questionar por que as organizações gerenciam as competências técnicas e comportamentais de seus colaboradores. A resposta é simples, pois são as pessoas que definem os rumos das organizações e lhe dão alma. 
Para manter e reter seus talentos, é necessário uma relação entre empregado e empregador de “ganha & ganha”, e os dois lados obterem vantagens equilibradas. As empresas buscam profissionais engajados, comprometidos e que ofereçam qualidade ao seu trabalho e as pessoas buscam satisfazer às suas necessidades, como alcançar desenvolvimento profissional, enfrentar e superar desafios, obter autonomia, sentir-se responsáveis, manter sua família economicamente e efetivamente, e ter uma vida feliz.
As empresas devem desenvolver uma política para o gerenciamento estratégico das pessoas, buscando inovação na gestão com resultados pessoais e empresariais.
As pessoas podem potencializar os pontos fortes de uma empresa, ou reforçar as fragilidades. 
Podemos citar alguns pontos importantes utilizados por muitas empresas para melhoria na gestão de pessoas, tais como: manter elevada a “motivação” das pessoas por meio de reconhecimento, desafio profissional e plano de carreira; capacitar as pessoas para parceria focada em resultados, auto-desenvolvimento e missão da empresa; fazer dos colaboradores agentes de mudanças e transformações, visando adequação da empresa no mercado globalizado; proporcionar um ambiente de trabalho seguro, confiabilidade entre as equipes, estilos gerenciais com liberdade de atuação e autonomia, adequação na jornada de trabalho, entre outros.
As constantes variações do mercado exigem flexibilidade das empresas para adaptar-se rapidamente as novas tecnologias, conceitos, políticas e tendências, afim de atender as expectativas da globalização, dos colaboradores e clientes. 
Concluindo, investir na Gestão de Pessoas, é conquistar a confiança dos colaboradores, ser uma empresa receptiva, ser aberta e manter uma postura ética, preocupada com os interesses das pessoas e da organização.
CG 

quarta-feira, 26 de junho de 2013

RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA


Quando falamos em Responsabilidade Social Empresarial, precisamos lembrar em três princípios fundamentais: Em primeiro, “Princípios do Acordo Global” estabelecido pela ONU – Organizações das Nações Unidas e da “Declaração Universal dos Direitos Humanos”, que tem como objetivo envolver as empresas num compromisso de apoio e respeito à proteção dos direitos humanos, internacionalmente reconhecido. Este princípio fortalece e procura assegurar que as empresas não participem das violações destes direitos.
Em segundo, devemos lembrar os “Princípios Fundamentais do Trabalho” e a “Declaração da Organização Internacional do Trabalho” cujo foco é garantir o apoio das empresas para a liberdade de associações, eliminação de todas as formas de trabalho forçado ou compulsório, eliminação da discriminação no emprego e a erradicação efetiva do trabalho infantil e escravo.
E em terceiro, o “Princípio da Rio 92 – Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável”, que tem como objetivo comprometer as empresas no desenvolvimento de projetos com tecnologias ambientais sustentáveis e estimular abordagens preventivas para os desafios ambientais.
Todos estes princípios, vem fortalecendo mundialmente, os projetos de Responsabilidade Social Empresarial nos diversos seguimentos, sejam eles: meio ambiente, cidadania, esporte, cultura, educação, lazer, entre outros.
As empresas tem direcionado de forma estratégica, sua atenção para seus diversos públicos – Stakeholders, objetivando atender as expectativas sejam dos acionistas, colaboradores, clientes, fornecedores, governos, comunidades, sindicatos e outros.
As organizações reconhecem atualmente, sua importância no contexto da Responsabilidade Social, e buscam cada vez mais, especializar-se e aumentar seus conhecimentos para desenvolvimento de projetos mais eficazes.
Encontramos no mercado inúmeras empresas com projetos desenvolvidos tendo base sólida nos conceitos e estratégias de R.S.E., atrelando inclusive projetos nos negócios da companhia.
É fundamental que as empresas definam e estabeleçam no Planejamento Estratégico o tema R.S.E., com objetivo de fortalecer os trabalhos dos gestores e criem um ambiente favorável junto aos seus colaboradores para conscientização do tema, estimulando a criatividade e desenvolvimento de projetos sustentáveis e eficazes.
Outro fator importante é valorizar e saber definir as responsabilidades nos projetos de parceria. Muitos projetos tem se destacado por estabelecerem parcerias com metas de comprometimentos equilibradas e possíveis de se concretizar.
Para o terceiro milênio, sabemos que as empresas têm como desafio inovador e competitivo, a aplicação das novas formas de organização do trabalho, sendo este tema uma ferramenta para este desafio.
Sabemos também, que as empresas possuem informações suficientes para o envolvimento neste tema, e diferentemente de alguns anos atrás, encontramos hoje no mercado, consultorias especializadas, empresas benchmarking e grupos do terceiro setor, dispostos a colaborarem para a viabilidade de projetos.
Finalmente, sabemos que trocar efetivamente os discursos por projetos sustentáveis, é a saída para o desenvolvimento social e econômico dos países.
CG